Com proposta voltada à digitalização de reformas comerciais, a Zinz, startup curitibana que conecta franqueados a prestadores de serviço, registrou um crescimento de 800% entre 2022 e 2024 e planeja ultrapassar R$10 milhões em faturamento em 2025. A plataforma, que centraliza contratação, pagamentos e acompanhamento de obras, já movimentou mais de R$6,5 milhões e atua em mais de 106 cidades e 16 estados do país.
Enquanto o setor de franquias crescer 13,5% em 2024, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), a Zinz vem se destacando ao resolver um dos principais obstáculos da expansão comercial: o atraso nas obras.
Criada pelos sócios Iuri Lenzi, Gustavo Pahl e Alisson Brito, a empresa oferece uma alternativa digital aos modelos tradicionais de contratação, garantindo maior segurança, padronização e escala às franquias.
“Nosso objetivo é transformar a forma como o Brasil realiza reformas comerciais, eliminando as principais dores enfrentadas pelas franquias durante as obras e entregando processos mais seguros, ágeis e padronizados”, afirma Iuri Lenzi, fundador e CEO da Zinz.
A ideia da startup surgiu a partir da dificuldade dos fundadores em encontrar fornecedores confiáveis para atender clientes no setor de construção. A percepção foi de que o problema não estava nos materiais, mas na falta de mão de obra qualificada. Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) confirma essa carência: mais de 80% das empresas de construção enfrentam dificuldades para contratar e 70% não conseguem encontrar prestadores especializados.
Com mais de 220 marcas parceiras e 4,5 mil profissionais cadastrados, a Zinz realizou 100 obras em 2024, somando 12 mil m² reformados. A meta para 2025 é dobrar esse número e chegar a 20 mil m² reformados em todo o Brasil.
A startup atua como uma curadora de mão de obra e oferece uma experiência completa para franqueados e prestadores, integrando todas as etapas do processo, da contratação ao pagamento. “A Zinz oferece uma experiência estruturada, pautada em confiança e segurança financeira e contratual, para que as franquias possam expandir com escala, padronização e previsibilidade. ”, conclui Lenzi.
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