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A China não planeja invadir Taiwan em 2027, mas busca assumir o controle da ilha sem recorrer à força, aponta o relatório anual de inteligência dos Estados Unidos divulgado nesta quarta-feira (18). Não há um “cronograma fixo para alcançar a unificação”, no entanto, a reintegração de Taiwan ao território é necessária para atingir o objetivo da China de ‘rejuvenescimento nacional’ até 2049″.
No ano passado, autoridades do Departamento de Defesa americano indicaram 2027 como o possível ano para um ataque. O governo chinês, que considera Taiwan parte de seu território, intensificou a pressão militar sobre a ilha autônoma nos últimos anos.
“Em 2026, Pequim provavelmente continuará tentando estabelecer as condições para uma eventual unificação com Taiwan sem recorrer ao conflito”, aponta o relatório.
O documento alerta ainda as autoridades chinesas para que reconhecem que uma invasão anfíbia de da ilha “seria extremamente complexa e acarretaria um alto risco de fracasso, especialmente em caso de intervenção dos Estados Unidos”.
Washington não reconhece oficialmente Taiwan, mas é o principal apoiador militar da ilha, embora o tom desse apoio tenha se suavizado ligeiramente sob a presidência de Donald Trump.



