Com o envelhecimento, o corpo passa por mudanças naturais, como a perda de massa muscular, a redução da força dos ossos e o aumento do risco de quedas. Esses fatores podem afetar a independência e a qualidade de vida depois dos 60 anos. Por isso, a prática regular de exercícios físicos é considerada essencial nessa fase da vida.
Mais do que atividades leves, especialistas apontam que o ideal é combinar exercícios de força, equilíbrio e mobilidade. O pilates, por exemplo, é uma das modalidades mais indicadas por ter baixo impacto e ajudar no fortalecimento do corpo. Ele melhora a postura, a coordenação e ajuda a prevenir quedas.
A musculação também é importante. Ela ajuda a evitar a perda de músculos causada pela idade, fortalece os ossos e melhora a estabilidade do corpo. Na prática, isso significa mais segurança para realizar tarefas do dia a dia, como caminhar, carregar objetos ou subir escadas.
Segundo o gerente técnico da Companhia Athletica, Cacá Ferreira, não existe um único exercício ideal para todas as pessoas idosas. O mais importante é variar os estímulos. Ele explica que o pilates ajuda no equilíbrio e na consciência corporal, enquanto a musculação mantém a força necessária para a autonomia.
O especialista também destaca que os benefícios vão além do corpo. “O exercício vai muito além do corpo. Ele resgata autonomia, autoestima e qualidade de vida, transformando a forma como as pessoas envelhecem”.
A Companhia Athletica, que atua há 40 anos no setor de academias, reforça que os treinos podem ser adaptados para cada pessoa, respeitando limites e necessidades, com foco em saúde e qualidade de vida em todas as idades.
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