O governo do Paraná divulgou nota rebatendo a acusação da deputada Erika Hilton, de que um militar acusado de abuso sexual contra estudantes continuou trabalhando em uma escola cívico-militar em Cornélio Procópio. Em matéria publicada mais cedo, o HojePR lembra que a denúncia da deputada do Psol é antiga, requentada portanto, e já foi devidamente resolvida. Segundo a nota, o governo não “vai gastar energia para tratar de tema antigo”. Leia a nota assinada pelo secretário de Educação Roni Miranda:
A acusação parte de uma deputada que usa verba parlamentar para pagar maquiadores, gastou R$ 17 mil de recursos públicos do gabinete para pagar seguranças no último mês e votou contra o Projeto de Lei que aumenta o tempo mínimo de pena em regime fechado para condenados por crimes hediondos. Na prática, a deputada é contra endurecer penas para crimes como estupro de vulnerável, homicídio qualificado, latrocínio e feminicídio.
A gestão do governador Ratinho Junior não vai gastar energia para tratar de tema antigo e já apurado pela Secretaria de Estado da Educação, que culminou com a expulsão do funcionário à época dos fatos.
O Paraná tem a melhor educação do Brasil no quadro geral do Ideb, e as suas escolas cívico-militares tem desempenho superior ao das escolas convencionais. Na rede pública estadual, das 1.647 escolas regulares, 49,8% registraram avanço no Ideb em ao menos uma das três etapas de ensino avaliadas pelo Ideb. Já nas 206 escolas cívico-militares, o avanço atinge 84%.
Roni Miranda
Secretário da Educação do Estado do Paraná



