A indústria de cosméticos tem ampliado o uso de tecnologias para tornar seus processos produtivos mais seguros e controlados. A fabricação de cremes, perfumes e loções exige cuidados para evitar contaminações e garantir a qualidade dos produtos.
Mesmo com regras menos rigorosas que as da indústria farmacêutica, o setor precisa manter a pureza da água e a integridade das linhas de produção. Por isso, utiliza válvulas industriais semelhantes às usadas na produção de medicamentos.
De acordo com Ronaldo Agostino, engenheiro e coordenador de vendas da GEMÜ do Brasil, são usadas principalmente válvulas do tipo diafragma, globo, esfera e borboleta. “A contaminação de um cosmético pode representar riscos ao consumidor”, afirma.
Dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) mostram que o setor movimentou R$136 bilhões em 2023, com crescimento de 6,4% em relação ao ano anterior. Esse avanço aumenta a demanda por processos mais eficientes e automatizados.
A indústria segue normas da Anvisa, como as Boas Práticas de Fabricação, e muitas empresas adotam sistemas de limpeza e esterilização automatizados. Para isso, utilizam válvulas projetadas para reduzir riscos de contaminação.
Com atuação global, a GEMÜ fornece válvulas e sistemas de controle para indústrias farmacêutica, alimentícia e cosmética.
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