O juiz federal Lewis Liman, responsável pelo caso de difamação e assédio sexual envolvendo os astros de Hollywood Justin Baldoni, Blake Lively e seu marido, Ryan Reynolds, repreendeu as partes nesta segunda-feira (3) por exporem publicamente detalhes do processo. O magistrado criticou a divulgação de documentos e e-mails relacionados ao caso em um site, ação que considerou uma violação dos procedimentos judiciais.
O conflito judicial começou quando Baldoni, diretor e colega de elenco de Blake no filme “É Assim Que Acaba”, moveu uma ação de difamação contra a atriz e Reynolds, pedindo U$ 400 milhões (cerca de 2,3 bilhões). A ação foi uma resposta a um processo anterior, movido por Blake em dezembro de 2024, no qual ela acusou Baldoni e o produtor Jamey Heath de assédio sexual e difamação durante as filmagens.
Blake alega que os dois homens promoveram uma campanha para manchar sua reputação, contratando uma equipe de publicidade para disseminar histórias negativas sobre ela nas redes sociais. Já Baldoni, por sua vez, processou o New York Times em 31 de dezembro, acusando o jornal de distorcer suas declarações sobre o caso.
O juiz Liman advertiu que, se as partes continuarem a transformar o caso em um espetáculo público, ele poderá antecipar a data do julgamento, atualmente marcado para março de 2026. O magistrado enfatizou a importância de seguir os protocolos legais e evitar exposições midiáticas que possam prejudicar o andamento do processo.
Foto: Reprodução/É Assim Que Acaba
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