Os moradores e comerciantes do Batel, em Curitiba, têm reclamado frequentemente da quantidade de assaltos e roubos de celulares e bicicletas na região. Os episódios ocorrem com frequência no entorno de vias movimentadas como a Avenida Sete de Setembro e a avenida Visconde de Guarapuava e seus arredores.
Segundo os relatos enviados ao HojePR, fica claro que os autores exploram a rotina dos pedestres. Os assaltantes normalmente circulam em bicicletas e, nos casos de roubo de celulares, abordam a vítima em movimento ou em pontos de acesso, agarram o celular em poucos segundos e se evadem pelas ciclovias ou calçadas. Um levantamento recente indica que bairros como Batel, Centro e Água Verde têm sido especialmente visados por esse tipo de crime.
Um incidente marcante ocorreu em um edifício da Avenida Visconde de Guarapuava: uma moradora, que provavelmente aguardava um carro de aplicativo na frente do seu prédio, quase foi mais uma vítima quando um indivíduo em uma bicicleta se aproximou rapidamente e tentou tomar o aparelho celular de sua mão. Veja no vídeo abaixo:
Muitos vizinhos afirmam que são obrigados a mudar hábitos: evitam usar o celular na rua, caminham mais atentos e evitam expor pertences. Se você reconhece o meliante do vídeo denuncie às autoridades. Caso tenha outros vídeos como esse encaminhe ao HojePR que divulgaremos.
Bicicletas
Além dos roubos de celulares, as bicicletas também são alvo constante. Em episódios recentes, lojas e residências da região registraram furtos e roubos de bicicletas de alto valor, o que evidencia um cenário mais amplo de criminalidade voltada ao patrimônio. As autoridades policiais consultadas pelo HojePR informam que investigações estão em curso, mas ressaltam que o registro rápido de boletins, o envio de imagens de câmeras de segurança e a colaboração dos moradores são fundamentais para o sucesso das ações.
Os moradores reclamam que o policiamento parece insuficiente para acompanhar a rapidez das ações e o volume dos casos. Há forte apelo para que a patrulha seja intensificada, que as câmeras de monitoramento sejam usadas com mais eficácia e que os responsáveis por recepção de condomínios e estabelecimentos comerciais estejam melhor preparados para gerir imagens e colaborar com a investigação.
Enquanto isso, a rotina no Batel já não é a mesma: muitos evitam caminhar sozinhos em horários considerados menos seguros, não deixam bicicletas soltas em garagens de fácil acesso e evitam exibir celulares ou objetos de valor ao chegar ou sair de edifícios. A sensação de conforto e segurança está sendo substituída por vigilância constante e temor de que cada trajeto ou saída possa resultar em assalto.



