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16/07/2024

FILMES & SÉRIES

O que esperar de série documental sobre Hitler da Netflix?

estadão

A Netflix vai lançar uma série documental sobre Adolf Hitler e o nazismo. Hitler e o Nazismo: Começo, Meio e Fim (Hitler e os Nazistas: O Mal em Julgamento, na tradução do título original) está programada para estrear em 5 de junho na plataforma. A produção terá trilha sonora criada a partir de composições de judeus vítimas do Holocausto.

Ao longo de seis episódios, Hitler e o Nazismo: Começo, Meio e Fim explorará a ascensão e queda do líder nazista, apoiado em propaganda, censura e antissemitismo, e o julgamento de Nuremberg. Além de utilizar imagens de arquivo e trazer áudios de testemunhos nunca ouvidos, a série também fará recriações cinematográficas.

A produção partiu de um questionamento do diretor Joe Berlinger: “Fico chocado com o grau em que as pessoas desconhecem ou esqueceram esta história. Este é o momento certo para recontá-la para uma geração mais jovem como um conto preventivo – e em escala global”, disse Berlinger ao Tudum, da própria Netflix.

O principal material que serviu de base para a produção foi a obra Ascensão e Queda do Terceiro Reich, com mais de 1 000 páginas, publicada em 1960 pelo jornalista norte-americano William L. Shirer.

Shirer foi um dos últimos correspondentes do Ocidente a deixar a Alemanha, no final de 1940. Além disso, cobriu os Julgamentos de Nuremberg, que processou membros da liderança nazista em 1945. Seu testemunho atribui uma perspectiva única à série da Netflix. O diretor decidiu tornar Shirer o narrador do documentário, algo possível graças à inteligência artificial, já que o escritor morreu em 1993.

Trilha sonora homenageia a judeus vítimas do Holocausto

Um ponto interessante é que grande parte da trilha sonora da série foi criada a partir de composições de judeus vítimas do Holocausto. Diante a ascensão do regime nazista, “a criação musical tornou-se uma forma de os judeus europeus expressarem a sua humanidade”, disse Berlinger.

As letras e composições refletem não apenas o sofrimento ao qual foram submetidos, mas também temas de sobrevivência, fé, liberdade e esperança, explicou o diretor. São tanto criações de compositores famosos que escreveram músicas antes de entrar em campos de concentração como de pessoas comuns que produziram arte enquanto enclausuradas pelos nazistas.

As faixas foram reorquestradas para a série por Ira Antelis e Serj Tankian, compositor do System of a Down e ativista que luta pelo reconhecimento do genocídio armênio.

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(Foto: Divulgação)

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