O Paraná tem se mostrado forte economicamente, com pouco desemprego e alta procura por imóveis, segundo um estudo do Santander. A combinação de empregos em alta e preços controlados fez o chamado Índice de Desconforto Econômico cair para níveis parecidos com os de 2012, ajudando o mercado imobiliário a crescer.
O índice mede o impacto do desemprego e da inflação na vida das famílias. Em Curitiba, a taxa de desemprego está entre as menores do país, aumentando a capacidade das pessoas de comprar e pedir crédito. Isso também ajuda a valorizar os imóveis na cidade.
O aumento da renda real das famílias reforça o consumo e incentiva investimentos maiores, como a compra de casas e apartamentos. Economistas do Santander acreditam que o índice nacional deve chegar ao menor nível da história, 9% no primeiro semestre de 2026, e o Paraná, mantendo o seu índice abaixo de 11%, continuará a ter o mercado imobiliário aquecido.
Com baixa taxa de desemprego, Curitiba e Porto Alegre lideram o Sul do país em estabilidade econômica, enquanto regiões do Norte e Nordeste ainda enfrentam desafios maiores.
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