A Vanguard encerra 2025 com expansão de portfólio, entregas estratégicas e maior aproximação com o mercado imobiliário de Curitiba. Ao longo do ano, a construtora manteve o foco em design, bem-estar e experiência do morador, pilares que orientaram os principais movimentos da empresa.
Entre os destaques está o lançamento do Hytte, empreendimento que reforça a estética autoral da marca, e a entrega do New.In, em outubro, considerado um dos projetos de maior relevância da atuação da construtora na capital paranaense.
Para a superintendente regional da Vanguard Curitiba, Louise Lamb, 2025 representou um período de amadurecimento. Segundo ela, a construção da marca vai além dos resultados comerciais. “Reforçamos que o sucesso de uma marca imobiliária está na construção de significado e conexão. Quando propósito e performance caminham juntos, o resultado aparece em todas as frentes, do produto à experiência”, afirma.
A entrega do New.In marcou uma mudança no posicionamento da empresa. O projeto foi desenvolvido com foco no público jovem-adulto urbano e reúne características como autenticidade, praticidade e integração entre convivência, trabalho e lazer. Ambientes como o Vanguard Training Hub e o Sky Bar ilustram a proposta da construtora de unir estética contemporânea, viabilidade técnica e criatividade.
As mudanças no comportamento do consumidor também influenciaram as decisões da empresa em 2025. Segundo Louise Lamb, cresce a demanda por moradias compactas, ambientes híbridos e projetos com identidade própria, tendências que devem permanecer nos próximos anos. A executiva afirma que a Vanguard tem buscado antecipar esses movimentos com empreendimentos alinhados ao modo de vida urbano e às novas formas de habitar as grandes cidades.
Para 2026, a empresa prevê novos lançamentos em diferentes bairros de Curitiba, cada um com características específicas dentro da proposta da marca. A construtora também pretende ampliar sua atuação digital, com o objetivo de aproximar ainda mais a marca do cotidiano da cidade.
Louise destaca que, apesar dos avanços estratégicos, o momento mais representativo continua sendo acompanhar a ocupação dos empreendimentos. “A arquitetura impressiona, mas o que realmente emociona é perceber que o espaço ganhou vida, que aquilo que imaginamos lá atrás se tornou parte da rotina e da história das pessoas”, finaliza.
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