HojePR

LOGO-HEADER-slogan-675-X-65

28/01/2023



Capital

Anúncio de reajuste dos combustíveis provoca filas nos postos de Curitiba

 Anúncio de reajuste dos combustíveis provoca filas nos postos de Curitiba

O anúncio do aumento da gasolina e do diesel provocou correria aos postos de combustíveis de Curitiba. Motoristas fizeram fila em vários postos nesta quinta-feira (10), após a Petrobras anunciar o reajuste. O preço médio de venda da gasolina, nas refinarias, passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro, um aumento de 18,8%. Para o diesel, o preço médio passará de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro, uma alta de 24,9%.

 

Vale lembrar que, para os consumidores, o aumento é sempre maior uma vez que há interferência de impostos e das margens de lucro de distribuidores e revendedores.

 

Em nota enviada para a impressa, o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis e Lojas de Conveniências do Estado do Paraná (Paranapetro) mencionou o impacto no bolso da população.

 

“Este é um aumento que terá grande impacto para consumidores, o mercado e a economia em geral. Desde o final de semana algumas distribuidoras já começaram a aumentar os preços de venda para os postos, antes de qualquer anúncio oficial de elevação na Petrobras, alegando uma maior entrada de combustíveis importados no mercado.”

 

A última pesquisa da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) mostrou que o preço médio do litro da gasolina, em Curitiba, era de R$ 6,474. Conforme a ANP, o valor foi extraído a partir de pesquisa em 42 postos de combustíveis 27/02/2022 a 05/03/2022.

 

Nesta quinta-feira, quem roda pela capital paranaense diariamente está se deparando com os reajustes. Há postos de combustíveis cobrando mais de R$ 7,05.

 

Segundo a Petrobras, os reajustes foram necessários para garantir o abastecimento nacional e também por causa do cenário mundial.

 

“Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento, pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras” , justificou a estatal, acrescentando que decidiu não repassar de imediato a volatilidade decorrente da guerra na Ucrânia.

 

Ainda conforme a Petrobras, esses valores refletem parte da elevação dos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *