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19/04/2024

LITORAL

Paraná

Carnaval termina sem óbitos por afogamento no Litoral do Paraná

 Carnaval termina sem óbitos por afogamento no Litoral do Paraná

O aumento dos visitantes e turistas nas praias do Paraná resultou na disparada dos números de atendimentos dos guarda-vidas neste Carnaval. Em relação ao ano passado, os salvamentos aumentaram 560% (de 15 para 99) e as ações preventivas, 297,70% (de 8.330 para 33.128). O número de crianças localizadas após se perderem dos responsáveis subiu 950% – de 8 para 84. As estatísticas consideram o período de cinco dias, entre o sábado (10) e a Quarta-Feira de Cinzas (14).

 

“Acreditamos que esse crescimento significativo de salvamentos tenha ocorrido pelo aumento do número de banhistas, em virtude das condições comparando as duas temporadas”, falou a capitã Débora Kolossoskei, responsável pela comunicação do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) no Litoral durante o Verão Maior Paraná.

 

O forte calor nesta temporada também é uma das explicações, mas não a única. A melhoria na infraestrutura do Litoral e a realização de shows e trios elétricos também ajudaram a ampliar o movimento nas praias paranaenses.

 

Os salvamentos, que englobam tanto os resgates de pessoas com dificuldades dentro da água, quanto a retirada do mar de pessoas já em processo de afogamento, pularam de 15 para 99. A maior fatia é referente aos resgates, que foram 12 em 2023 e chegaram a 92 em 2024. Ou seja, 666% de ocorrências a mais.

 

Os afogamentos tiveram leve elevação, passando dos 3 casos no ano passado para 7 na temporada atual – a um acréscimo de 133%. Além dos números relativamente baixos de vítimas de afogamento, a boa notícia é a ausência de óbitos pelo segundo ano consecutivo no período.

 

“A maioria dos afogamentos mais graves foi em área de entreposto. Dois deles, porém, cujas vítimas tiveram afogamento com parada cardiorrespiratória, ocorreram em piscinas nas residências. As equipes dos postos de guarda-vidas mais próximos se deslocaram para fazer o atendimento dessas vítimas, além da ambulância, da força-tarefa, e do helicóptero Falcão do BPMOA”, explicou a capitã.

 

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