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30/01/2023



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ESG em baixa nas tendências de gestão

 ESG em baixa nas tendências de gestão

A quarta edição da pesquisa Tendências de Gestão de Pessoas, realizada pela consultoria Great Place to Work para entender as estratégias corporativas para 2022, mostra que a capacitação de lideranças é o principal objetivo das empresas. Na soma das respostas, 42,6% fizeram esta opção. O levantamento teve a participação de 2.654 executivos de companhias de todos os portes, que também apontaram para a necessidade de melhorias na Cultura Organizacional (37,3%), Comunicação Interna (30,7%), Experiência do Colaborador (29,6%), Formatos de Trabalho/Teletrabalho (29,4%) e Saúde Mental (28,4%). A agenda ESG, apesar do grande movimento para tornar a sustentabilidade uma pauta mais relevante no mundo empresarial, só foi citada por 9,6% dos entrevistados.

 

Desconfiados, distantes e engajados

Anna Lucia Horta, que atua na The Nature Conservancy (TNC), publicou artigo no site investing.com onde analisa como a adoção de práticas sustentáveis impacta no salário de executivos. Ela diz que “atrelar a remuneração variável às metas ESG ainda é uma situação complexa” e cita que a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) considera que “a compreensão do mercado sobre sustentabilidade é bastante heterogênea”. A autora revela que foram identificados “cinco perfis de comportamento, que englobam diferentes tipos de profissionais e sua relação com a sustentabilidade, e os classificaram como desconfiados, distantes, iniciantes, emergentes e engajados”.

 

Twitter e ciência

Em 22 de abril, o Twitter aproveitou a comemoração do Dia da Terra para reforçar a política de não permitir postagens que neguem a ciência e a realidade das mudanças climáticas. O executivo Casey Junod informou que anúncios que contradizem o consenso científico estão proibidos, “em linha com nossa política sobre conteúdo impróprio”. Neste meio tempo, Elon Musk comprou a plataforma e suscita a dúvida sobre a manutenção da prática. O bilionário é adepto da liberdade absoluta de expressão na rede social, sem moderação.

 

Energia onshore

A capacidade instalada de geração de energia eólica no Brasil é de quase 21 gigawatts. Isso representa 11% da matriz energética brasileira e coloca o País entre os maiores mercados do mundo neste tipo de instalação. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que usinas onshore em construção vão agregar mais 5,5 gigawatts ao parque eólico nacional.

 

Energia offshore

Empreendimentos que usam o vento para a geração offshore devem ganhar impulso com a regulação do uso de águas internas e do mar territorial, onde há maior capacidade de produção. Para os próximos 10 anos, o governo federal prevê que as fontes eólica e solar terão destaque na matriz energética brasileira, e que 83% da geração serão de fontes renováveis. A previsão é de que todo o parque instalado no País produza 275 gigawatts (GW) de energia em 2031. Hoje, a capacidade total é de 180 GW.

 

EUA apaga luz incandescente

Uma nova norma do governo dos Estados Unidos proíbe a fabricação ou importação de lâmpadas incandescentes a partir de 1º de janeiro do próximo ano. A decisão é sustentada pela economia de energia, de dinheiro e por fatores ligados à sustentabilidade. A venda do produto ficará liberada somente até julho de 2023. Uma pesquisa de empresas do setor identificou que, em 2020, cerca de 30% das lâmpadas compradas por americanos ainda eram incandescentes ou halógenas.


Crédito Foto: Nick Fewings/Unsplash


 

1 Comentário

  • Excelente conteúdo, informação qualificada sobre temas do momento.

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