Por Bárbara Martinski
O consumo de conteúdos de true crime cresce de forma contínua no Brasil e integra o repertório cultural de milhões de pessoas. Presente em documentários, séries, podcasts e livros, o gênero ultrapassou nichos especializados e se consolidou como parte do consumo cotidiano de entretenimento e informação.
É a partir desse cenário que as estudantes de Jornalismo da Universidade Positivo, Bárbara Martinski e Hellen Taborda, desenvolveram o acervo digital ‘O Brasil que assiste seus próprios crimes’. O projeto reúne 18 casos de grande repercussão na mídia nacional e investiga como essas histórias seguem circulando mesmo anos após os acontecimentos que as tornaram conhecidas.
O site reúne dados sobre adaptações audiovisuais e publicações editoriais relacionados aos casos analisados. O material foi organizado em um ambiente interativo, que permite visualizar tendências e observar a permanência dessas narrativas na internet.
Confira a reportagem completa:
Mais do que revisitar os casos, o acervo busca compreender o percurso dessas histórias após o noticiário, analisando como diferentes formatos e plataformas reinterpretam acontecimentos reais e ampliam seu alcance ao longo do tempo. O resultado é um retrato do true crime como fenômeno cultural em expansão no país.
Foto: Gerada por IA



