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22/02/2024

POLÍTICA

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Presidente do PL é preso em flagrante em operação da PF por porte ilegal de arma de fogo

 Presidente do PL é preso em flagrante em operação da PF por porte ilegal de arma de fogo

 

 

O presidente do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, Valdemar Costa Neto, foi preso em flagrante nesta quinta-feira (8), por porte ilegal de arma de fogo. Ele é um dos investigados na Operação Tempus Veritatis e foi flagrado pela Polícia Federal (PF) com uma arma em situação irregular durante buscas nesta manhã.

 

Valdemar entrou na mira da PF porque, segundo os investigadores, usou dinheiro do Partido Liberal para reforçar a falsa narrativa de fraude nas urnas e, com isso, tentar legitimar as manifestações de bolsonaristas que começavam a se espalhar próximo a instalações das Forças Armadas, após o segundo turno das eleições de 2022. Segundo a Polícia Federal, o partido foi “instrumentalizado”.

 

O ponto alto da estratégia foi a ação movida pelo partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar anular os votos de 279,3 mil urnas eletrônicas alegando que houve “mau funcionamento” do sistema. O partido foi multado por “má-fé”.

 

Após o segundo turno, o PL pediu uma “verificação extraordinária” das urnas usadas na eleição. O partido afirmou, sem provas, que houve “quebra de confiabilidade dos dados extraídos” de parte dos aparelhos. A versão era a de que Bolsonaro teve 51,05% dos votos no segundo turno e venceu a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O suposto problema, segundo a ação, estaria nos modelos de urna lançados antes de 2020, que têm um número de série único.

 

A Polícia Federal afirma que o iniciativa foi a última tentativa de contestar formalmente o resultado das eleições. O próximo passo seria uma tentativa de golpe.

 

“O material apresentando falsas vulnerabilidades nas urnas eletrônicas produzidas antes de 2020, foi elaborado pelo grupo, inclusive com o auxílio do que do que Mauro Cid chamou de ‘nosso pessoal’, se referindo a especialistas na área de informática (inclusive hackers)”, diz um trecho da representação da PF.

 

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